11/11/2021
EDUCAÇÃO MUNICIPAL DE RIO PRETO: Pior que está, fica!
O secretário da Agricultura e Abastecimento, Antônio Pedro Pezzuto Júnior, desconhecendo totalmente a realidade das escolas municipais, publicou uma resolução absurda que diminui funcionários responsáveis para a produção de alimentos na escola.
Segundo o secretário, escolas com 100 crianças terão apenas 01(uma) merendeira para fazer todas as refeições dos alunos, escolas com 101 a 300 alunos terão até 02(duas) merendeiras, escolas com 301 a 500 alunos terão até 03(três) merendeiras, escolas com 501 a 1000 alunos terão até 04 (quatro) merendeiras e acima de 1000 alunos terão até 06 (seis) merendeiras, bem como, é “até” o referido número, a critério de nutricionistas.
Desafiamos o Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento, convidando-o a trabalhar um dia em alguma escola da rede municipal, preparando os alimentos, servindo e realizando as demais tarefas da cozinha para que ele avalie se é possível executar essa proposta.
O governo Edinho demonstra, mais uma vez, o descaso com a Educação Municipal e em especial com a seguridade alimentar dos alunos. Com relação à alimentação na escolar, a primeira medida que esse governo tomou nesse sentido, foi a transferência de responsabilidade da alimentação escolar, que até 2018 era da Secretaria Municipal de Educação, para a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento em 2019.
Até agora, esse governo não entendeu que a função social das práticas realizadas no interior da escola é completamente diferente daquelas realizadas nos clubes, parques, e, em se tratando de alimentação, de um restaurante.
As atividades culturas, esportivas e de alimentação, ao serem desenvolvidas no interior da escola, não são meras atividades, pois devem ter uma intencionalidade pedagógica na formação humana das crianças, adolescentes e jovens.
Além dos alunos serem prejudicados com a redução de postos da merenda, outro fator que revela como o governo municipal economiza as verbas para a alimentação dos alunos, retirando o mínimo de condições do funcionamento das cozinhas nas escolas, é a quantidade de merenda que também foi reduzida. Nesse momento em que as famílias estão cada vez mais empobrecidas, devido ao contexto da Pandemia, o governo Edinho aplica uma política alimentar baseada na “miserabilidade”, inviabilizando a aplicação do “Programa de Educação Alimentar nas Escolas Municipais”, instituída pela LEI
MUNICIPAL Nº 12.929, DE 19 DE ABRIL DE 2018.
Infelizmente, “pior que está, fica!” e o governo Edinho pode ser um exemplo disso.
Segundo o secretário, escolas com 100 crianças terão apenas 01(uma) merendeira para fazer todas as refeições dos alunos, escolas com 101 a 300 alunos terão até 02(duas) merendeiras, escolas com 301 a 500 alunos terão até 03(três) merendeiras, escolas com 501 a 1000 alunos terão até 04 (quatro) merendeiras e acima de 1000 alunos terão até 06 (seis) merendeiras, bem como, é “até” o referido número, a critério de nutricionistas.
Desafiamos o Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento, convidando-o a trabalhar um dia em alguma escola da rede municipal, preparando os alimentos, servindo e realizando as demais tarefas da cozinha para que ele avalie se é possível executar essa proposta.
A ALIMENTAÇÃO NO INTERIOR DA ESCOLA
O governo Edinho demonstra, mais uma vez, o descaso com a Educação Municipal e em especial com a seguridade alimentar dos alunos. Com relação à alimentação na escolar, a primeira medida que esse governo tomou nesse sentido, foi a transferência de responsabilidade da alimentação escolar, que até 2018 era da Secretaria Municipal de Educação, para a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento em 2019.
Até agora, esse governo não entendeu que a função social das práticas realizadas no interior da escola é completamente diferente daquelas realizadas nos clubes, parques, e, em se tratando de alimentação, de um restaurante.
As atividades culturas, esportivas e de alimentação, ao serem desenvolvidas no interior da escola, não são meras atividades, pois devem ter uma intencionalidade pedagógica na formação humana das crianças, adolescentes e jovens.
Além dos alunos serem prejudicados com a redução de postos da merenda, outro fator que revela como o governo municipal economiza as verbas para a alimentação dos alunos, retirando o mínimo de condições do funcionamento das cozinhas nas escolas, é a quantidade de merenda que também foi reduzida. Nesse momento em que as famílias estão cada vez mais empobrecidas, devido ao contexto da Pandemia, o governo Edinho aplica uma política alimentar baseada na “miserabilidade”, inviabilizando a aplicação do “Programa de Educação Alimentar nas Escolas Municipais”, instituída pela LEI
MUNICIPAL Nº 12.929, DE 19 DE ABRIL DE 2018.
Infelizmente, “pior que está, fica!” e o governo Edinho pode ser um exemplo disso.
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