16/09/2025
A Saúde do Professor em Rio Preto: um Alerta Urgente
A Saúde do Professor em Rio Preto: um Alerta Urgente
Estamos acompanhando com grande preocupação o avanço do adoecimento dos professores em São José do Rio Preto. Essa realidade não é um acaso: é consequência direta da forma como a jornada de trabalho está organizada e das condições concretas que o professor enfrenta diariamente em sala de aula.
As salas superlotadas, as inclusões feitas sem o devido suporte pedagógico e sem estrutura adequada, e a cobrança de burocracias intermináveis que obrigam o docente a realizar horas excessivas de trabalho fora do horário de aula, têm provocado um desgaste físico e emocional profundo.
O quadro se agravou em 2024, intensificou-se em 2025, chegará ao limite em 2026 e, se nada for feito, 2027 será o ano com o maior número de afastamentos de profissionais da educação da história de Rio Preto.
Agora, chegamos ao limite: os professores estão submetidos a constantes ameaças, intimidações e até agressões verbais e físicas. Em uma escola municipal, assistimos ao cúmulo de integrantes do crime organizado ameaçarem a diretora e os professores, sem que a municipalidade tenha garantido a presença da Patrulha Escolar da Guarda Municipal para proteger a comunidade escolar de forma permanente, ou ao menos por um período considerável.
A gravidade aumenta quando identificamos que, sem qualquer parâmetro individualizado, a Prefeitura vem reduzindo indiscriminadamente as licenças saúde dos servidores. No processo nº 1025395-24.2025.8.26.0576, o próprio Município confirmou que “atua dentro da margem de legalidade ao avaliar documentalmente a aptidão do servidor para o retorno, desde que haja parecer médico com motivação técnica, o que ocorre de forma padronizada nas decisões da perícia municipal”. Ou seja, admite a prática de análises padronizadas, sem a devida atenção às particularidades de cada caso, desrespeitando o direito fundamental à saúde dos trabalhadores.
O mais grave é que esse modelo não demonstra a menor preocupação com aquilo que deveria estar no centro da política educacional: o aprendizado das crianças. O professor adoece porque é sobrecarregado, desrespeitado e colocado em condições que inviabilizam tanto a qualidade de vida do profissional quanto o direito da criança a uma educação de qualidade.
É preciso enfrentar esse cenário com seriedade, ouvindo os educadores, garantindo segurança, condições adequadas de trabalho e construindo políticas públicas que priorizem a saúde do professor e o futuro dos alunos. A luta por uma educação pública de qualidade passa, necessariamente, pela defesa da saúde e da integridade de quem a faz acontecer: o professor.
Não sofra sozinho, procure a ATEM para ter seus direitos garantidos.
Estamos acompanhando com grande preocupação o avanço do adoecimento dos professores em São José do Rio Preto. Essa realidade não é um acaso: é consequência direta da forma como a jornada de trabalho está organizada e das condições concretas que o professor enfrenta diariamente em sala de aula.
As salas superlotadas, as inclusões feitas sem o devido suporte pedagógico e sem estrutura adequada, e a cobrança de burocracias intermináveis que obrigam o docente a realizar horas excessivas de trabalho fora do horário de aula, têm provocado um desgaste físico e emocional profundo.
O quadro se agravou em 2024, intensificou-se em 2025, chegará ao limite em 2026 e, se nada for feito, 2027 será o ano com o maior número de afastamentos de profissionais da educação da história de Rio Preto.
Agora, chegamos ao limite: os professores estão submetidos a constantes ameaças, intimidações e até agressões verbais e físicas. Em uma escola municipal, assistimos ao cúmulo de integrantes do crime organizado ameaçarem a diretora e os professores, sem que a municipalidade tenha garantido a presença da Patrulha Escolar da Guarda Municipal para proteger a comunidade escolar de forma permanente, ou ao menos por um período considerável.
A gravidade aumenta quando identificamos que, sem qualquer parâmetro individualizado, a Prefeitura vem reduzindo indiscriminadamente as licenças saúde dos servidores. No processo nº 1025395-24.2025.8.26.0576, o próprio Município confirmou que “atua dentro da margem de legalidade ao avaliar documentalmente a aptidão do servidor para o retorno, desde que haja parecer médico com motivação técnica, o que ocorre de forma padronizada nas decisões da perícia municipal”. Ou seja, admite a prática de análises padronizadas, sem a devida atenção às particularidades de cada caso, desrespeitando o direito fundamental à saúde dos trabalhadores.
O mais grave é que esse modelo não demonstra a menor preocupação com aquilo que deveria estar no centro da política educacional: o aprendizado das crianças. O professor adoece porque é sobrecarregado, desrespeitado e colocado em condições que inviabilizam tanto a qualidade de vida do profissional quanto o direito da criança a uma educação de qualidade.
É preciso enfrentar esse cenário com seriedade, ouvindo os educadores, garantindo segurança, condições adequadas de trabalho e construindo políticas públicas que priorizem a saúde do professor e o futuro dos alunos. A luta por uma educação pública de qualidade passa, necessariamente, pela defesa da saúde e da integridade de quem a faz acontecer: o professor.
Não sofra sozinho, procure a ATEM para ter seus direitos garantidos.
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