28/05/2021
Convocação irregular para o trabalho presencial na escola em pleno agravamento da pandemia
Passados mais de doze (12) meses em que se iniciou a pandemia no Brasil, após a mobilização da categoria e a ação judicial que interditou as Unidades Escolares, o município de São José do Rio Preto, acertadamente, manteve o Ensino Remoto na rede municipal e está regularizando os prédios das instituições escolares.
A ATEM sempre se posicionou contrária ao Ensino Remoto, Ensino à Distância e o Homeschool (Educação Domiciliar) na Educação Básica. Entretanto, estamos em uma situação de calamidade pública, na qual nosso país conta com mais de 450 mil mortos e, nessa situação, a única política coerente é manter o acompanhamento escolar sem a atividade presencial.
É comum a comparação sanitária entre o ambiente escolar - obrigatório, de contato com várias pessoas e de longa duração - com as atividades opcionais das crianças, acompanhadas pelos familiares, esporádicas e de curta duração.
No contexto atual, o trabalho remoto provoca um aumento de carga de trabalho entre os professores, coordenadores pedagógicos e diretores de escola, porque se criou uma ideia distorcida em materializar um trabalho imaterial, pois o trabalho pedagógico é produzido para além do planejamento via documentos, já que as relações sociais e inter relações é que dão sentido ao processo de ensino e aprendizagem. A consequência prática do ensino remoto é o aumento da jornada de trabalho, do estresse, do conflito, do desgaste entre os profissionais, do adoecimento e a produção excessiva de atividades para a execução em casa.
As justificativas verbais que nos chegam são as mais variadas: “ o Tribunal de Contas está de olho”; “temos que comprovar o nosso trabalho”; “a supervisora está exigindo” etc.
Dessa maneira, muitas vezes, de forma irregular, os professores estão sendo convocados para reuniões presencias nas escolas, bem como para executar as atividades de forma presencial em uma situação de agravamento da pandemia, na qual nossa cidade está com mais de 2.100 mortos e 450 mil no país. Contudo, a convocação formal ou um documento equivalente para comprovar tal atitude não é apresentado ao convocado.
Por isso, nosso sindicato relembra que a maioria da categoria não foi vacinada e essa prática coloca em risco a vida de inúmeros professores, especialistas, funcionários e seus familiares e, infelizmente, a Secretaria da Educação finge não estar acontecendo nada, mesmo com a linha correta do “trabalho pedagógico remoto”.
Não é hora de banalizar a morte, falta pouco para a categoria ser vacinada completamente. Até lá, é necessário manter a política sanitária do trabalho remoto, resguardando a saúde e a vida de todos.
Orientamos a categoria a não aceitar as pressões e a “convocação” irregular para o trabalho presencial e seguir as orientações e normativas formais em vigência.
Na luta pela defesa da vida!??
A ATEM sempre se posicionou contrária ao Ensino Remoto, Ensino à Distância e o Homeschool (Educação Domiciliar) na Educação Básica. Entretanto, estamos em uma situação de calamidade pública, na qual nosso país conta com mais de 450 mil mortos e, nessa situação, a única política coerente é manter o acompanhamento escolar sem a atividade presencial.
É comum a comparação sanitária entre o ambiente escolar - obrigatório, de contato com várias pessoas e de longa duração - com as atividades opcionais das crianças, acompanhadas pelos familiares, esporádicas e de curta duração.
No contexto atual, o trabalho remoto provoca um aumento de carga de trabalho entre os professores, coordenadores pedagógicos e diretores de escola, porque se criou uma ideia distorcida em materializar um trabalho imaterial, pois o trabalho pedagógico é produzido para além do planejamento via documentos, já que as relações sociais e inter relações é que dão sentido ao processo de ensino e aprendizagem. A consequência prática do ensino remoto é o aumento da jornada de trabalho, do estresse, do conflito, do desgaste entre os profissionais, do adoecimento e a produção excessiva de atividades para a execução em casa.
As justificativas verbais que nos chegam são as mais variadas: “ o Tribunal de Contas está de olho”; “temos que comprovar o nosso trabalho”; “a supervisora está exigindo” etc.
Dessa maneira, muitas vezes, de forma irregular, os professores estão sendo convocados para reuniões presencias nas escolas, bem como para executar as atividades de forma presencial em uma situação de agravamento da pandemia, na qual nossa cidade está com mais de 2.100 mortos e 450 mil no país. Contudo, a convocação formal ou um documento equivalente para comprovar tal atitude não é apresentado ao convocado.
Por isso, nosso sindicato relembra que a maioria da categoria não foi vacinada e essa prática coloca em risco a vida de inúmeros professores, especialistas, funcionários e seus familiares e, infelizmente, a Secretaria da Educação finge não estar acontecendo nada, mesmo com a linha correta do “trabalho pedagógico remoto”.
Não é hora de banalizar a morte, falta pouco para a categoria ser vacinada completamente. Até lá, é necessário manter a política sanitária do trabalho remoto, resguardando a saúde e a vida de todos.
Orientamos a categoria a não aceitar as pressões e a “convocação” irregular para o trabalho presencial e seguir as orientações e normativas formais em vigência.
Na luta pela defesa da vida!??
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